Cassol e Acir prontos para disputar as eleições de 2026

Está se aproximando o momento. Apenas ajustes de agenda e a situação de muitos políticos pelo Brasil, incluindo alguns em Rondônia, começa a mudar ainda este ano. Eles estarão prontos para concorrer nas eleições de 2026. Entre esses nomes estão os ex-senadores Ivo Cassol e Acir Gurgacz, cuja expulsão de cargos foi considerada injusta. Cassol é um nome forte para a candidatura ao Governo e, segundo informações, já conta com uma chapa completa. Por sua vez, Gurgacz tem como alvo retornar ao Senado, após ter sido afastado por decisões judiciais polêmicas. Cassol perdeu seu mandato devido a acusações referentes ao seu tempo como Prefeito de Rolim de Moura, mesmo sem evidências de desvio de verbas públicas. Gurgacz também foi condenado injustamente por situações que envolvem um empréstimo da empresa familiar em um banco oficial, que foi pago sem impasses. Ambos têm chances reais nas próximas eleições, especialmente com a proposta que visa modificar a Lei da Ficha Limpa, a qual poderia restaurar os direitos políticos de muitos, incluindo eles e pelo menos dois outros ex-deputados federais, Natan Donadon e Nilson Capixaba.

Ivo Cassol, que governou Rondônia de 2003 a 2010, tem uma forte base de apoio e é lembrado como um dos melhores governadores do estado, comparável a Jorge Teixeira. Durante seu governo, enfrentou desafios significativos, como a regularização de pagamentos de servidores públicos. Desde então, o Estado nunca mais atrasou salários, com os sucessores seguindo a mesma política. Por outro lado, Acir Gurgacz teve um breve mandato de dois anos como prefeito de Ji-Paraná, mas se destacou no Senado ao trazer emendas significativas para sua cidade e para a central do Estado. Ambos estão determinados a retornar às urnas, unidos pelas histórias que construíram e as mudanças legislativas que podem permitir sua participação.

Entre os que podem se beneficiar estão ex-deputados federais Natan Donadon e Nilson Capixaba, que também estão próximos de recuperar seus direitos políticos. Donadon e sua família mantêm influência na região de Vilhena, e Capixaba, após quatro mandatos na Câmara, está desejoso de voltar ao cenário político. A expectativa é que a oficialização das mudanças na legislação ocorra em breve.

As disputas políticas nunca cessam. As campanhas anteriores ainda repercutem, enquanto as futuras já estão em curso. Recentes confrontos entre políticos de Rondônia ilustram bem esse cenário. O senador Marcos Rogério utilizou os meios de comunicação para criticar o governador Marcos Rocha, que rebateu indiretamente, afirmando não se importar com ataques e acusando Rogério de fraqueza. Entre outros conflitos, o atual prefeito Léo Moraes critica a administração anterior da qual Hildon Chaves fez parte. Moraes alegou ter encontrado a prefeitura com uma dívida de 700 milhões de reais, destacando os problemas enfrentados.

No contexto de um podcast, Hildon fez comentários sobre a presença de Léo nas redes sociais e criticou sua falta de ação direta, enquanto ele se orgulha de nunca ter atacado seus próprios antecessores. Léo ainda não havia respondido, mas planeja uma manifestação em breve. Portanto, a campanha de 2024 permanece bem viva.

As mudanças na Casa Civil já começaram, a começar pela exoneração de membros da equipe de Júnior Gonçalves, trazendo Elias Rezende para liderar. Rezende, aliado próximo do governador Marcos Rocha, promete reformular a equipe enquanto se prepara para as eleições de 2026, com foco na candidatura de Rocha ao Senado. O novo chefe tem um histórico de diálogo com diversos setores e busca manter as portas abertas para a sociedade.

Luana Rocha, primeira-dama e secretária de Ação Social, se apresenta como uma forte pré-candidata à Câmara Federal. Após uma tentativa inicial em 2018, onde conquistou 5.585 votos, Luana agora possui uma expressão maior no governo, ajudando a implementar programas sociais como o Prato Fácil, que já forneceu milhões de refeições. Em abril, ela e Marcos Rocha devem deixar o governo para se lançarem em suas respectivas candidaturas.

A deputada Cristiane Lopes exige a elevação da BR 425 em Guajará Mirim, para resolver o problema de isolamento durante cheias. Ela ressaltou que o trecho já sofreu inundações e que este inverno já apresenta um nível crítico de alagamento. Cristiane solicitou medidas urgentes dos governos local e federal para ajudar as populações afetadas.

Uma situação chocante ocorreu em Vilhena, onde um bandido, que havia sido preso três dias antes por assalto, foi solto e, em seguida, atirou fatalmente em um menino de 12 anos. O comandante da PM expressou sua frustração com o ocorrido, questionando a eficácia das leis que permitem que criminosos, mesmo após serem presos, voltem rapidamente para as ruas.

O deputado Eyder Brasil está propondo uma lei que exigiria autorização parental para realização de eventos religiosos em escolas, refletindo uma preocupação com a formação religiosa das crianças e respeitando a laicidade do Estado.

O empresário Maurício Conti expressou suas preocupações sobre a Reforma Tributária, que pode ameaçar a permanência da fabricante de bicicletas Cairu em Rondônia. Ele alerta que a nova legislação pode causar uma crise para a economia local, refletindo a necessidade urgente de discutir como essas mudanças afetarão a competitividade regional.

Aldo Rebelo, reconhecido especialista em questões da Amazônia, estará em Cerejeiras para discutir a situação da região, incluindo a crítica ao impacto das ONGs e a criminalidade crescente. Sua palestra, parte da Feira de Negócios do Agro, promete abordar diretamente as implicações para a floresta e suas comunidades.

PERGUNTINHA: Qual sua opinião sobre a última pesquisa da Quest que aponta 56% de desaprovação do governo Lula, mas ainda 41% de apoio?

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