A segurança pública em Porto Velho está se deteriorando a cada dia, mesmo com a tentativa do governo de nos convencer de que vivemos em uma cidade onde os serviços de segurança são exemplarmente eficazes. Na realidade, o cenário é alarmante, como evidenciado pelo aumento no número de homicídios, muitos dos quais continuam sem resolução.
A capital de Rondônia se tornou uma das cidades mais violentas do país, sem que as autoridades competentes tenham conseguido atenuar a onda crescente de criminalidade que ameaça a população e desafia a autoridade estabelecida. Relatos de atos de violência são comuns no dia a dia da cidade. Onde estão os agentes que o contribuinte mantêm para assegurar a ordem e a tranquilidade pública?
Infelizmente, a violência se tornou parte da rotina em Porto Velho, que já foi pacata. Os dados não são encorajadores. É importante ressaltar que a criminalidade não se limita apenas à cidade; ela também afeta a zona rural. O que antes era um ambiente sereno, distante da agitação dos grandes centros e da criminalidade, já não existe mais. Hoje, a sensação de insegurança está presente nas comunidades rurais, com a presença de pessoas suspeitas nas estradas e vilarejos, como observado no Ramal do Jacu e na Vila Calderita, conforme relatos de moradores. Isso reflete a incapacidade do poder público em enfrentar os desafios da criminalidade. Quando é que as autoridades irão entender que o problema da violência não será resolvido apenas com a compra e instalação de novos equipamentos? O cidadão já percebe a futilidade dessa abordagem, diante da realidade diária de violência.
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