O ex-senador Amir Lando, único político de Rondônia a ter ocupado um cargo ministerial, recebeu na sexta-feira (28) em Cacoal (RO) o Prêmio FENACOM 2024, que homenageia comunicadores e personalidades do setor político e empresarial.
Entre os presentes estavam o governador coronel Marcos Rocha, a primeira-dama e secretária estadual de assistência social, Luana Rocha, o secretário estadual de agricultura, Luiz Paulo Batista, o comandante geral da Polícia Militar de Rondônia, Regis Welington Braguin Silvério, a secretária estadual de comunicação, Rosângela Aparecida da Silva, além de deputados estaduais e representantes da diretoria da FENACOM, como o presidente estadual Ricardo Frota e o mestre de cerimônias, Elizeu Evangelista.
Amir Lando é um dos fundadores da Federação Nacional dos Comunicadores do Brasil – FENACOM, que foi estabelecida em 7 de setembro de 2016 em Brasília (DF).
QUEM É AMIR LANDO
Natural de Concórdia (SC) e com 80 anos, Amir Francisco Lando é professor, advogado e político brasileiro, membro do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Ele foi ministro da Previdência Social no primeiro governo Lula e atuou como líder do governo durante seu mandato no Senado por Rondônia. Também foi deputado federal e estadual pelo mesmo estado.
Em 1982, Lando foi eleito deputado estadual na primeira legislatura do recém-criado estado de Rondônia. Tornou-se suplente do senador Olavo Pires em 1986 e, após o falecimento deste em 1990, assumiu seu lugar no Senado. No ano de 1992, ele foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou o escândalo de corrupção do ex-presidente Fernando Collor de Mello, resultando no pedido de impeachment deste.
Em 1994, não conseguiu se reeleger, terminando em terceiro lugar. No entanto, em 1998, retornou ao Senado pelo PMDB. Em 2001, recebeu a comenda da Ordem do Mérito Militar pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e, em 2003, foi nomeado líder do governo no Congresso Nacional pelo presidente Lula.
Após uma reforma ministerial em 2004, Lando foi nomeado ministro da Previdência, sucedendo Ricardo Berzoini, e pediu exoneração em março de 2005, retornando ao Senado. No mesmo ano, presidiu a CPI do Mensalão, que apurou a suspeita de compra de votos no Congresso, e, em 2006, foi relator da CPI das Sanguessugas, que investigou a máfia das ambulâncias.
Nas eleições estaduais de 2006, ficou em quarto lugar, e em 2010, como candidato a deputado federal, obteve 8.593 votos, permanecendo como suplente. Em 2013, após o afastamento do deputado Natan Donadon, Lando assumiu a vaga. Desde o fim de seu mandato, ele tem atuado na advocacia em Rondônia.
Fonte: Gazeta Rondônia.
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